22 abril, 2012

GLOBALIZAÇÃO - (Parte 7) / O CÓDIGO DE IDENTIDADE 666


O CÓDIGO DE IDENTIDADE 666

Sem precisar da ajuda de funcionários, o viajante identifica eletronicamente seu passaporte e sua identidade por meio da impressão digital

Para a criação de nosso Código de Identidade 666, partimos do fato de que é o código de identidade mais perfeito do mundo. Criou-o a própria natureza do Homem, em suas impressões digitais, as quais são infalsificáveis e diferentes em cada ser humano.

Nosso Código de Identidade 666 que afirmamos ser o mais perfeito do mundo, se baseia na utilização da identidade individual que a natureza criou no Homem através das impressões digitais.

Nada então é melhor que as próprias impressões digitais do homem, para criar com elas um código de identidade infalsificável e perfeito.

Neste sentido, nós assinalamos que basta somente agregar às impressões digitais as informações do homem como ser social que não existem nessas impressões, e que somente a sociedade humana pode conter, sintetizando a posição e função social que o homem, em seu desenvolvimento e existência, alcança com seu trabalho e integração na Sociedade Humana. Assim, se cria o código de identidade mais perfeito do mundo.

Incluindo-se nas impressões digitais as informações que a natureza não pode sintetizar nem integrar ao homem, como ser social e individual; informações de tipo econômico, cientifico e social; o tipo sangüíneo, estado de saúde, enfermidades, recursos econômicos e posição e função social, - para citar exemplos -, se cria um código de identidade verdadeiramente perfeito e de inigualável utilidade na sociedade humana.

A realização deste código de identidade pode e deve fazer-se, incluindo-se no dedo indicador da mão direita, um microchip do tamanho de um ponto de máquina de escrever, com todas as informações sociais do homem e do indivíduo como ser social; nome, número pessoal do registro na sociedade, posição e recursos econômicos, estado de saúde, etc, microchip que se pode incluir em um dedo da mão com uma simples operação cirúrgica, (ou sem necessidade de intervenção cirúrgica, através de um anel especial, no dedo indicador da mão direita). Microchip cuja leitura teriam as autoridades, os bancos, as lojas, os restaurantes, os hospitais, as clínicas e todos os lugares que requerem as atividades econômicas dos homens e sua identificação.” (Michel Smiely. “Projeto 666, pags. 80-81 – 1ª edição espanhola.)

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